ANVISA publicou a Instrução Normativa (IN) n.º 404/2025, que atualiza a lista nacional brasileira de Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP). A atualização altera o Anexo I da IN 285/2024, que estabelece os critérios regulamentares para a classificação de medicamentos de venda livre (OTC) no Brasil.
A lista revista incorpora novas formas farmacêuticas e dosagens no quadro do MIP, permitindo que determinados medicamentos de uso restrito ( Medicamentos ) sejam comercializados sem receita médica, mantendo simultaneamente a supervisão do farmacêutico e as condições de utilização baseadas no risco. Estas alterações refletem os esforços contínuos da Agência de Medicamentos e Produtos de Saúde ( ANVISA) para alinhar as classificações do Sistema de Classificação de Medicamentos ( OTC ) com as evidências científicas atuais, as práticas regulatórias internacionais e as considerações de saúde pública.
Pontos-chave
- Atualização da Lista Nacional de Medicamentos de Venda Livre (MIP) / OTC A Instrução Nacional n.º 404/2025
atualiza a lista oficial brasileira de medicamentos de venda livre, no âmbito do quadro regulamentar nacional. - Alteração à IN 285/2024
que revê o Anexo I para incluir novos Medicamentos, formas farmacêuticas e dosagens elegíveis para a classificação OTC . - Vias de reclassificação de medicamentos sujeitos a receita médica para medicamentos de venda livre (Rx-to-OTC )
Apoia a transição de medicamentos sujeitos a receita médica para medicamentos de venda livre (OTC ) (Rx-to-OTC) em conformidade com as evidências científicas e as melhores práticas internacionais. - Impacto no mercado da saúde do consumidor
Cria oportunidades regulatórias para a expansão do portfólio, OTC estratégias de ciclo de vida e um melhor acesso ao mercado no segmento da saúde do consumidor. - A modernização regulamentar
reforça as iniciativas da ANVISApara modernizar os regulamentos OTC , mantendo simultaneamente uma gestão de risco adequada e o envolvimento dos farmacêuticos.
Esta atualização regulamentar reforça o quadro regulamentar do Brasil em matéria de « OTC » e proporciona um caminho mais claro para as empresas que estão a avaliar estratégias de reclassificação e a expansão no mercado da saúde do consumidor.